Aplico inteligência artificial aos dois desportos mais cronometrados do mundo. Diagnóstico claro, solução acionável — para clubes de futebol e equipas de Fórmula 1 que competem contra o relógio e contra os dados.
Clubes e federações acumulam dados de jogo, físicos e de scouting em sistemas isolados. As decisões — de tática a transferências — continuam a depender de intuição, não de sinal estatístico tratado a tempo de ser útil.
Modelos de IA que cruzam dados de movimento, performance e histórico para gerar recomendações táticas pré-jogo, alertas de risco de lesão e scouting preditivo — entregues em linguagem que a equipa técnica usa, não em dashboards que ninguém abre.
Cada corrida gera milhões de pontos de telemetria por volta. A diferença entre pódio e meio do pelotão está em decisões de estratégia — pit stops, pneus, combustível — tomadas em segundos, sob pressão, com dados imperfeitos.
Simulação e previsão em tempo real de cenários de corrida — degradação de pneus, janelas de pit stop, impacto de safety car — para apoiar a sala de estratégia com cenários comparados antes de a decisão ter de ser tomada.
O Mundial é a maior vitrine do futebol — mas a escala traz riscos reais: discriminação nos estádios e redes sociais, falhas de governação, e crimes que exploram fãs durante grandes eventos. A AI FairPlay usa inteligência artificial para detetar, sinalizar e apoiar decisões em três frentes: abuso, governação e risco social — antes que o dano aconteça, não apenas depois.
A proposta não é substituir os processos disciplinares da FIFA, mas dar-lhes velocidade e consistência: análise em tempo real de relatórios e redes sociais, leitura automática de documentos de governação, e cruzamento de dados de viagens, bilhética e segurança para identificar padrões de risco mais rápido do que o processo manual permite.
Insultos raciais, assédio sexista e cânticos homofóbicos persistem em estádios e redes sociais. A resposta institucional — multas simbólicas, jogos à porta fechada — tem-se mostrado insuficiente para dissuadir.
Falhas estruturais já permitiram abusos sérios de direitos humanos em ciclos de organização anteriores. Lacunas de transparência e poder concentrado dificultam a prestação de contas.
Grandes eventos atraem também tráfico de pessoas, fraude de vistos e esquemas de investimento desonestos que exploram fãs vulneráveis. O impacto social ultrapassa o que acontece dentro do estádio.
Deteta discurso racista, sexista e homofóbico online e em estádio, e recomenda sanções de forma imediata em vez de reativa.
Lê documentos financeiros e de governação da FIFA, sinalizando inconsistências e riscos que seriam difíceis de detetar manualmente.
Cruza dados de viagens, bilhética e criminalidade para identificar zonas de risco de tráfico humano ou fraude antes do evento.
Números ilustrativos para demonstrar o protótipo — não correspondem a estatísticas oficiais atuais.
A RECOUP é uma plataforma de gestão de energia que traduz a engenharia de recuperação de energia da Fórmula 1 — onde cada décima de quilowatt importa — para veículos elétricos, frotas de transporte público e operadores de mobilidade inteligente. Analisa dados de bateria e veículo em tempo real, prevê consumo futuro, recomenda estratégias de potência e gera alertas para melhorar sustentabilidade e desempenho.
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Trabalho na interseção entre inteligência artificial aplicada e desporto de alta competição. FIFA e Fórmula 1 partilham mais do que parece: ambos competem contra o tempo, ambos geram volumes massivos de dados subutilizados, e ambos têm margens de vitória cada vez mais estreitas.
A proposta é simples: traduzir dados em decisões. Não relatórios que ninguém lê — sistemas que a equipa técnica e a equipa de estratégia usam dentro da janela de tempo em que a decisão ainda importa.
Se representa um clube, federação ou equipa de motorsport e quer perceber onde a IA pode reduzir o tempo entre dado e decisão, marque uma conversa inicial com a Talentos Multiplus.